MANEIRAS FÁCEIS DE LIDAR COM OS PROCESSOS DE APRENDIZAGEM NAS FORMAS DIGITAIS (POR RAQUEL ROCIO)
MANEIRAS FÁCEIS DE LIDAR COM OS PROCESSOS DE APRENDIZAGEM NAS FORMAS DIGITAIS
NOME:
RAQUEL DO ROCIO MENDES DE CASTRO,
RU:
1773050
POLO:
UNIÃO DA VITÓRIA – PR
DATA:
29/09/2017.
No mundo todo, os educadores procuram
avaliar os benefícios e prejuízos que tem no meio dos novos recursos
tecnológicos. Trata-se de uma corrida contra o tempo: as inovações surgem muito
mais rápido que a nossa capacidade de refletir sobre os efeitos que elas
produzem, sobretudo em relação ao ensino; Para refletirmos vou citar a frase do
pesquisador e filósofo francês Pierre Lévy.
“Todos falam em tecnologia para a
educação, mas, na verdade, o que precisa estar em foco é a educação para a
tecnologia”.
Em outras palavras, não basta apenas
utilizar os recursos tecnológicos, o fundamental é torná-los relevantes para o
processo de aprendizagem; afinal quando bem empregados podem favorecer a troca
de conhecimentos em um aprendizado colaborativo e significativo.
A seguir veremos a
experiência de uma escola paranaense que vem obtendo bons resultados ao
equilibrar métodos tradicionais de aprendizagem com sistema de ensino digital.
O objetivo desta reportagem
é estimular que gestores de ensino não se limitem a discutir se devem ou não
permitir o uso de aparelhos eletrônicos, como: Tablets e Celulares em sala de
aula. A questão é admitir a grande influência dessas inovações, principalmente
sobre as crianças e jovens. E a partir daí, saber como incorporá-las, de modo
eficaz, nas atividades pedagógicas.
A internet e as inovações
tecnológicas transformam hábitos, costumes e comportamentos. A grande
velocidade com que ocorram as mudanças passou a exigir a realidade. Inclusive,
na educação. Hoje em dia temos à disposição de vários equipamentos
multinacionais, também nos deparamos com crianças e jovens multitarefas,
capazes de estudar e usar o celular, para navegar na internet, ouvir músicas e
conectar-se às redes sociais, tudo ao mesmo tempo.
Através de pesquisas vemos
que no Brasil a Escola Juseli colocou a tecnologia no centro de aprendizagem.
Giz, lousa e cadernos foram substituídos por iPads, para que os alunos aprendam
sobre diversos assuntos por meio de vídeos, áudios, fotos, animações e pesquisa
na internet. Os alunos são guiados pela tecnologia e pela curiosidade, tendo a
possibilidade de escolher o que aprender, por meio de aplicativos que registram
os avanços obtidos e os disponibilizam para avaliação dos pais e professores. A
proposta é que os alunos ensinem uns aos outros, desenvolvendo a criatividade,
o pensamento crítico e, principalmente, a cooperação.
O exemplo nos leva a
concluir que a necessidade de reflexão não é simplesmente sobre a permissão ou
não dos dispositivos tecnológicos, como Tablets e Celulares, em nossas salas de
aula. A questão é admitirmos sua grande influência e sabermos como
incorporá-los de modo eficaz nas atividades pedagógicas e nas instituições de
ensino do Brasil.
Enquanto nos moldes
tradicionais a trajetória para a obtenção das informações é bem definida e
previsível- pois estas são fornecidas segundo um rigor linear- com as novas
tecnologias conhecemos a não linearidade, a possibilidade de conexões ilimitadas
e diferentes dinâmicas de interação. A partir desse universo, o uso pedagógico
da tecnologia pode estimular a interdisciplinaridade; promover aulas menos
expositivas e mais participativas, valorizando o processo vivenciados por cada
aluno e não apenas o conteúdo aprendido; favorecer a criatividade e a
autonomia, a partir da disponibilização de novos recursos e ferramentas que
possibilitam, ao aluno, ser protagonista de sua própria aprendizagem;
proporcionar o compartilhamento de informações e despertar a interatividade.
Enfim, se bem utilizados, os recursos digitais podem oferecer um intercâmbio de
conhecimentos, ampliando o alcance da comunicação, conduzindo os alunos,
consequentemente, a um aprendizado colaborativo e realmente significativo.
O professor deve atuar como
um orientador/mediador e também compreender as potencialidades dos recursos
digitais, para que possa desafiar seus alunos, acompanhá-los em seu processo de
desenvolvimento, aprendendo e educando de maneira mais adequada com o uso da tecnologia.
E, além disso, para que possa se tornar um produtor de conteúdos, para
compartilhar experiências, não apenas na esfera das redes sociais, mas de cunho
pedagógico, traçando novos percursos e descobrindo estratégias mais flexíveis,
criativas personalizadas.
Não basta apenas utilizar os
recursos tecnológicos. O essencial é
Torná-los relevantes para o processo de
aprendizagem. Os ambientes virtuais de aprendizagem ou plataformas digitais
educacionais são um bom exemplo e já representam um grande avanço, pois
comprovaram o aumento do interesse e da dedicação dos alunos, disponibilizando
conteúdos de alta qualidade e diversos recursos como áudios, vídeos, testes
interativos, mural para a comunicação e planos de aulas editáveis, além de
oferecerem a possibilidade, ao professor, de customizar estratégias de
aprendizagem para grupos e/ ou alunos.
Nesse
cenário, são necessárias ações que contribuam na formação adequada de
professores para que realmente se sintam seguros e confiantes para que
realmente se sintam seguros e confiantes para intervir, de forma crítica e
transformadora, na construção do conhecimento, a partir dos conteúdos que
circulam com intensidade e velocidade cada vez maiores. Pode ser ponto de
partida para uma verdadeira transformação do papel do professor, fazendo com
que as novas tecnologias não sejam meras ferramentas à disposição de educação,
pois tudo depende da forma como educador as utiliza. É primordial que os
educadores se apropriem das novas tecnologias, integrando-as de forma aberta,
equilibrada e inovadora, a fim de aproximaram das expectativas e necessidades
dos alunos da chamada “era digital”.

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